10 dicas para receber um novo cachorro em casa

Um novo cachorro no lar é sempre motivo de alegria. Pensando nisso, listamos 10 dicas para você recebê-lo da melhor maneira. Confira!

Ter um cãozinho em casa é sempre uma experiência incrível e repleta de benefícios. Eles tornam o ambiente mais leve, amoroso e alegre para toda a família. Para os tutores de primeira viagem é sempre uma nova descoberta receber um pet em casa, e para aqueles que já têm um cãozinho, a chegada de um novo bichinho também é bastante empolgante. Se for adotado, aí que ele terá mais motivos ainda para comemorar!

Porém, antes da chegada do pet, você deve procurar preparar todo o ambiente para recebê-lo da melhor maneira possível. Por isso, é muito importante que antes do peludo chegar, você já esteja com todos os acessórios adequados para ele, como a casinha, caminha, comedouro e bebedouro, tapete higiênico, brinquedos e até mesmo os itens de higiene, como o shampoo próprio.

Além disso, é importante que você avalie todos os ambientes da casa para definir onde será o banheiro do cãozinho e onde ele irá dormir. Cães não gostam de dormir próximo ao local onde eles fazem suas necessidades, logo, fique atento a este ponto.

Além desses pontos, existem várias outras questões a serem consideradas antes da chegada do novo pet. Mas não se preocupe, neste artigo nós separamos 10 dicas para te ajudar a receber o novo cãozinho em casa.

Com a ajuda da Médica-Veterinária Marina Snitcofsky, embaixadora da Mars Petcare e Especialista em Medicina Comportamental, nós montamos todas as dicas abaixo. Acompanhe até o final! 

10 dicas para receber o novo cachorro em casa

1 – Limite o acesso do pet à rua 

Nos primeiros dias do pet em casa, se não possuir tela ou grade, mantenha portas e janelas fechadas e caso tenha varanda, limite o acesso do pet somente sob supervisão e com elementos de controle (coleira ou peitoral e guia). Quem possui jardim ou área externa em casa deve verificar muros e portões para garantir que sejam resistentes e altos o suficiente, impedindo que o animal escape.

Nos primeiros dias o animal estará descobrindo todo o ambiente, logo, ele pode procurar “passear” e acabar se perdendo. Além disso, animais adultos têm uma boa memória e podem tentar querer voltar ao antigo lar. Para evitar acidentes domésticos, proteja toda a casa e limite todas as possibilidades de acesso do animal à rua. 

2 – Coloque limites ainda no começo 

Especialmente no período de adaptação, é preciso impor limites para que o pet saiba o que pode e o que não pode fazer, além de ensinar as “regras” de coexistência, como ensinar o local correto para fazer as necessidades, para alimentação e para descanso.

Além disso, é importante começar a mostrar para o cãozinho que existe uma rotina na casa, logo, fixe horários para que ele entenda aos poucos o momento para brincar, para os passeios e outras atividades. Os primeiros meses de convivência são cruciais para definir o comportamento do animal.

3 – Esconda produtos tóxicos

Agora que você tem um peludo em casa, até os materiais de limpeza e outros produtos precisam ficar longe do alcance dele. Por isso, cuide para que o pet possa explorar sem prejudicar a si mesmo ou aos outros. Isso significa esconder quaisquer substâncias potencialmente tóxicas, como medicamentos, vitaminas, plantas venenosas, fios elétricos e certos alimentos perigosos, como chocolate, que podem fazer muito mal aos animais.

4 – Compre os brinquedos dele logo no início

Para evitar comportamentos destrutivos em casa, é muito importante que o tutor compre todos os brinquedos e acessórios do animal. Se o seu cão for de grande porte, escolha os brinquedos ideais para ele. Dessa maneira ele não irá tentar pegar nenhum objeto proibido para se divertir. E lembre-se: objetos do tutor, como sapatos e roupas velhas, não devem ser oferecidos como brinquedos.

5 – Faça a apresentação aos poucos caso tenha outro pet em casa

Para quem já possui outros animais em casa, procure apresentar o novo membro da família gradualmente, sob supervisão, até que todos estejam familiarizados e se tiver dúvidas, consulte um veterinário especialista em comportamento. Forneça locais para dormir e se alimentar separados. As refeições, em particular, podem levar a conflitos em um primeiro momento.

No caso dos gatos especificamente, as caixas de areia e os locais para dormir (áreas de isolamento ou refúgio), devem ser únicas para cada animal, assim como as rações. Não se esqueça! Ração de gato e cachorro devem ser diferentes.

Apesar de gato ser um animal territorialista e se estressar facilmente com o novo membro, fique tranquilo, há raças de cães e gatos que podem se dar bem. Apenas respeite o espaço e tempo do felino em relação ao novo cãozinho.

6 – Crianças em casa

Para quem têm crianças pequenas em casa, é importante ajudá-los a entender que o novo animal de estimação não é um brinquedo, mas sim um ser vivo e que nunca deve ser abordado abruptamente, nem quando estiver dormindo ou descansando. Todas as interações e adaptações entre as crianças e os pets devem ser feitas sob supervisão de um adulto.

Outra dica é você priorizar raças que são mais indicadas para os pequenos.

 7 – Estabeleça uma relação de confiança 

Nem todos os cães gostam ou toleram abraços e podem reagir de forma agressiva se foram forçados a receber esses contatos ainda no início. Quando o pet estiver mais confiante, o tutor pode permitir que novas pessoas possam acariciá-lo, mas sempre sob supervisão.

8 – Apresente toda a família para o pet

Também é aconselhável expor o animal à pessoas de todas as idades, ou seja, apresente-o para toda família, esse ponto é muito importante para a sociabilização.

Além disso, apresente ao cãozinho a uma ampla gama de sons (telefones, TVs, carros, chuva, trovões) e lugares diferentes (interior, exterior, rua) para que ele possa ser um animal mais sociável e não desenvolver um comportamento medroso.

9 – Faça a sociabilização com animais diferentes

Uma dica bacana é apresentar o animal de estimação a outros gatos e cães, podendo ser os da vizinhança, por exemplo, enquanto eles ainda são jovens.

Isso permitirá que ele não se torne um animal agressivo ou fique latindo constantemente. Mas essa sociabilização deve ser feita apenas quando a vacinação inicial já foi concluída.

10- Leve-o ao médico veterinário

Busque acostumar o seu pet com as idas ao veterinário, para que ele não desenvolva resistência. As consultas regulares são importantes, como por exemplo, a orientação para saber qual a alimentação adequada para a fase de vida e necessidades do pet. Vale lembrar que ela deve atender às exigências nutricionais de sua idade, porte, estilo de vida e condição de saúde. Além disso, é importante investir na castração e vermífugo logo nos primeiros meses da chegada do pet em casa. Boa sorte!

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