6 dicas de segurança para seu cão se divertir na piscina

Levar seu cão para se divertir na piscina pode ser muito benéfico. Entretanto, é preciso cuidados para garantir a segurança do pet. Confira!
Golden brincando com água

Durante o verão, o calor é intenso e os tutores gostam de curtir os melhores momentos com seus pets. Os momentos de lazer podem incluir: viagens, passeios em praias e em locais pet friendly, brincadeiras na piscina e banho de mangueira para refrescá-los. E essa opção é excelente, principalmente para os cachorros peludos que costumam sofrer bastante com as altas temperaturas. 

Essas são algumas alternativas boas e divertidas para os pets nos dias quentes. Mas alguns cuidados são necessários durante a diversão, principalmente em relação aos banhos de piscina, pois infelizmente nem todos os cães podem se divertir na água por conta de algumas limitações. E aqueles que podem se divertir na piscina, precisam de alguns cuidados importantes para evitar acidentes e até mesmo uma gripe indesejada.

E se você está no calor pensando em se divertir com seu pet na piscina, mas ainda tem algumas dúvidas, está no lugar certo! Neste artigo, nós vamos te dar 6 dicas para você se divertir com o seu cãozinho de maneira segura na piscina. Acompanhe até o fina!.

6 dicas para se divertir com o cãozinho na piscina 

1. Nem todas as raças podem nadar 

Tomar banho de piscina pode trazer muita alegria para os pets, mas o tutor deve ter atenção. Algumas raças não podem entrar em contato com a água, principalmente os braquicefálicos. Esses cães têm muita dificuldade para respirar e podem acabar morrendo afogados. Além disso, eles podem sofrer muito com o calor, então o tutor pode buscar alternativas, como um banho de mangueira, sem que água entre em contato com o rosto dele.

Mas além dos braquicefálicos, cães de coluna curta também não podem nadar, pois a anatomia deles não permite. Se eles tentarem se locomover na água podem lesionar a coluna e acabarem se afogando. Confira as principais raças que não podem nadar: Basset Hound, Dachshund, Shih-Tzu, Buldogue Inglês, Buldogue Francês, Boxer, Bull Terrier, Buldogue Americano, American Staffordshire Terrier e o Pequinês.

No entanto, hoje em dia no mercado existem algumas boias desenvolvidas especialmente para esses cãezinhos. Com as boias, eles se tornam aptos a nadar, pois ela fornece sustentação para o corpo do seu amigo de quatro patas.  Logo, se você quer nada ao lado do pet, vale a pena o investimento.

2. Tenha atenção com a saúde e alimentação do cãozinho

Os médicos veterinários geralmente aconselham os tutores a evitarem alimentar o animal antes dele entrar na piscina, pois o pet pode passar mal e ter uma congestão, assim como acontece com os humanos. Por isso, no dia que você for nadar com o seu amigo peludo, você precisa se programar para alimentá-lo pelo menos três horas antes dele começar a nadar. Dessa maneira ele terá feito toda a digestão do alimento.

Outro cuidado essencial é analisar a saúde do pet, veja se ele apresenta verminose intestinal, doenças de pele ou qualquer outra complicação de saúde e, em caso positivo, evite o contato dele com a água. Caso ele tenha essas doenças, o cloro e até mesmo outros microrganismos presentes podem piorar o quadro do animal. Todo cuidado é necessário.

3. Cuidado com traumas e acidentes na piscina

O tutor deve procurar deixar o cachorro tranquilo para ele entrar na piscina como desejar ou, então, colocá-lo lentamente e com cuidado. Deixe que ele acostume aos poucos, dessa maneira ele irá perceber por conta própria se gosta ou não da água. Essa é a melhor maneira de apresentar o bichinho à piscina, pois para ele é uma sensação totalmente nova.  Muitos tutores cometem o erro de jogar o animal na piscina ou o forçam a entrar, achando que é uma brincadeira. 

Essa atitude de forçar o animal a entrar na piscina ou até mesmo jogá-lo sem nenhum cuidado, pode gerar um trauma muito grande e até machucá-lo. Por isso, respeite as vontades do animal. Se ele não quiser entrar na piscina ou sentir medo, busque outra atividade para fazer ao lado dele.

4.  Proteja o cão do calor e do sol

Assim como humanos, os cães sentem muito calor, ficam cansados e podem sofrer queimaduras nas patas e em todo o corpo nos períodos mais quentes do dia. Por esse motivo, procure curtir os dias de verão com seu amigo nos horários em que o sol estiver mais ameno. Procurar fazer atividades durante momentos muito quentes do dia podem fazer com que você e o cãozinho passem mal. 

Além disso, os pets também podem sofrer queimaduras do sol por todo o corpo. Logo, o uso de protetor solar próprio para pets pode ser necessário, aplicando o produto nas orelhas e no focinho principalmente. O protetor precisa ser ainda a prova d’água. Caso o animal sofra alguma queimadura, leve-o imediatamente ao médico veterinário.

5. Utilize proteção no cão para evitar afogamentos

Para os cães que não são acostumados a entrar na piscina, os médicos veterinários aconselham colocar uma coleira de peito do animal, para que caso o pet fique cansado ou tenha câimbras, você consiga puxá-lo rapidamente e evite acidentes. Assim como os humanos, os animais também podem se sentir indispostos ou passarem mal dentro da água. Por isso, você precisa ficar de olho na segurança dele. 

Outra opção é investir em coletes salva-vidas próprios para os peludos, o produto é muito parecido com o para humanos. Mas lembre-se, utilizar um colete humano no animal não vai funcionar, ele precisará de um acessório próprio. No mercado existem diversas opções e vale o investimento para garantir a segurança do seu amigo de quatro patas.

6. Invista nos cuidados pós piscina

Depois que o cãozinho sai da piscina é fundamental que você dê banho nele com shampoo próprio para cães para tirar o cloro dos pelos. Isso é essencial para evitar que o animal ingira o cloro quando for lamber os próprios pelos. Além disso, a secagem após o banho é essencial para evitar micose, dermatites e alergias ao cloro. Também é importante secar bem as patas dos pets, pois esses locais têm tendência ao fungo. Você pode utilizar uma toalha ou o secador em uma temperatura que não queime o cãozinho. 

Também é necessário prestar atenção se há água no ouvido do pet, pois este acúmulo pode gerar um quadro de inflamação chamado de Otite, que pode se tornar grave e gerar muita dor no animal. Busque secar bem as orelhas e observar se ele está com algum incômodo no ouvido. Caso perceba ele coçando demais a orelha após a piscina, leve-o ao médico veterinário com urgência.

Benefícios da água para os cães 

Tomando todos os cuidados necessários, você e o seu cãozinho poderão se divertir de maneira incrível nos dias quentes. Se a piscina da sua casa tiver uma parte rasa, coloque brinquedos, como as bolinhas, dentro da água para o seu pet se divertir ainda mais. Nadar pode trazer um bem-estar físico e mental enorme para os animais. Por isso, invista na atividade com o seu amigo e boa sorte!

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